Não descuide do coração durante a Copa do Mundo

16 JUN 2010

Futebol é um esporte que normalmente leva o brasileiro a se reunir para ver a bola na rede. Em época de Copa do Mundo praticamente não se fala em outro assunto. Torcedores se programam para acompanhar o evento, principalmente as partidas da seleção verde e amarela. E é aí que está o perigo, já que os “acompanhamentos” do jogo podem fazer muito mal à saúde.
 
“Seja em casa ou em bares, as pessoas costumam comer muito assistindo televisão. Principalmente quando estão reunidas e entusiasmadas pelo mesmo objetivo. Um adulto normal é capaz de ingerir um sanduíche duplo ou três fatias de pizza, além de batatas fritas, doces e muita cerveja. Essa combinação não só resultará em ganho de peso, como poderá comprometer inclusive à saúde do coração”, diz o cardiologista Otávio Gebara, diretor clínico do Hospital Santa Paula, em São Paulo.
 
Como os jogos serão transmitidos às 11h e às 15h30, Gebara recomenda que os torcedores se alimentem de modo saudável no café da manhã e no almoço, a fim de evitar o excesso de comidas calóricas, repletas de mau colesterol, sal, açúcar e gordura trans durante as partidas. “É importantíssimo que o entusiasmo pelos jogos não leve os torcedores a comprometer à saúde nem a ficar com a forma da ‘jabulani’, a bola da Copa do Mundo. De modo geral, todos devem reduzir o consumo de carne vermelha, pães, gorduras, açúcar e álcool. Caso contrário, pode haver o espessamento das artérias, o comprometimento do fígado e do pâncreas, alterações na pressão sanguínea e aumento no nível de colesterol”, alerta Dr. Gebara.
 
Na opinião de Otávio Gebara, a diversão faz muito bem ao coração. Entretanto, quando o entusiasmo se transforma em tensão e esses episódios passam a ficar mais frequentes, o coração poderá dar sinais de que a saúde merece cuidados. “Pesquisas indicam que o risco de infarto aumenta durante as finais de campeonato, por conta do stress agudo, da raiva e do aumento de pressão. Além disso, os estressados têm mais chance de desenvolver a síndrome metabólica, que é uma reunião de disfunções – como pressão alta, excesso de gordura abdominal, níveis anormais de colesterol e elevada taxa de açúcar no sangue – que aumentam o risco de diabetes, cardiopatias e infarto”, finaliza o médico.


Dr. Otavio Gebara - Cardiologista do Hospital Santa Paula


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